domingo, 9 de maio de 2010

Marcelino Rodrigues

Marcelino Rodrigues, grande goleiro da nossa querida várzea santista e um excelente jogador de handebol, nasceu em Santos no dia 27/08/1949. É casado com Maria Inês com quem tem o filho Daniel Fernando.

Formado pela FEFIS, foi professor de educação física e, atualmente, trabalha como consultor de vendas na concessionária santista Citroen Louvre.
O gosto pela prática esportiva já faz parte do seu DNA. Seu pai, Sebastião Rodrigues, fundador e primeiro presidente da Associação dos Corredores da Baixada Santista (Correbas), começou a correr aos 55 anos, participando ativamente de campeonatos e todas as São Silvestres, parando somente aos 76 anos de idade. É considerado um exemplo entre os desportistas da região.

Roberto de Sousa Filho

Roberto de Sousa Filho, o Betinho, nasceu na cidade de Santos no dia 3 de novembro de 1959, vivendo toda a sua infância e adolescência no bairro do Gonzaga.

Foi um jogador que, no início de sua jornada futebolística, poucos acreditavam que iria vingar devido a sua pequena estatura. Dúvida esta até mesmo de seu treinador Ararinha, que no final acabou por reconhecer todo o seu valor definindo-o como uma pedra rara do futebol, tanto que fez parte de um grupo escolhido a dedo pelo próprio Ararinha onde se tornou campeão, em 1972, na categoria dente de leite, pelo Alvorada. Destacavam-se dentre eles Benito, Dizoneth e Vicente, sendo que todos jogaram no juvenil do Santos F.C. e na Seleção Brasileira Juvenil.

Damasio Geraldo Unruh


Damasio Geraldo Unruh, é o nosso querido Mazinho, lateral direito, que defendeu brilhantemente as cores dos melhores clubes da Baixada Santista como o Juvenil Paranaense Futebol Clube, 1º de Maio e E.C Senador Feijó.

Durante sua trajetória teve como um dos seus técnicos o famoso Papa, que tinha o dom de descobrir a posição ideal para cada jogador, e acabou fazendo de Mazinho um lateral avançado, o que era uma inovação para a época. Na sua passagem pelo glorioso E.C Senador de Feijó, o principal time de sua jornada, foi considerado o melhor jogador na última partida do título, em uma crônica do Jornal O Expresso, que era a voz do esporte amador naquele tempo.

terça-feira, 16 de março de 2010

João Emilio Grassetto Neto



João Emilio Grassetto Neto, paulista de nascimento e santista de coração, nasceu no dia 17/08/1938.

Um goleiro que poderíamos, no bom sentido,  chamá-lo de “goleiro de plantão”, de tão bom que era, pois não houve um clube sequer  na Baixada Santista que não o tenha convidado para jogar. É considerado, por uma grande maioria, como um dos melhores goleiros que a várzea já teve.

A cada início de campeonato era para ele um tormento, tendo em vista o assédio que sofria dos clubes para querê-lo em suas fileiras. Mas, no entanto, a cada jogo amistoso que se fazia  por qualquer clube da Baixada, lá estava ele envergando a camisa de um deles.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

José Rodrigues Sanches (Pepito)


José Rodrigues Sanches, o Pepito, nasceu em Santos em 21 de agosto de 1928, no centro da cidade. Casado há 55 anos com Yara, tem dois filhos: Renato, advogado, e Marisa, cirurgiã dentista.

Começou como toda garotada jogando nas peladas de rua, e como morava na Rua João Pessoa, 101, área central da cidade, sua turma brincava no beco da Rua Itororó, nos fundos da Igreja do Carmo.

Abrindo um parêntese, jocosamente nos referimos àqueles marmanjos que não sabem jogar bola fazendo a clássica pergunta: “afinal o que você fez na tua infância?” E aí, vem a resposta maldosa, sempre do amigo mais próximo: “mamãe colocava nele calça curta (hoje bermuda), meias ¾, dava um puçá e mandava caçar borboletas no quintal”. Brincadeira essa, que me custou muitas caras ranzinzas, inclusive do meu amigo Geraldo Pierotti.
Mas vamos lá falar deste que se destacou jogando nas duas pontas por jogar bem tanto com a esquerda quanto com a direita. (clique aqui para ler a matéria completa)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Décio Camões Leal


Décio Camões Leal, mais conhecido como Décio Careca, nasceu em São Paulo no dia 25/10/1940, forte pra caramba, com 5kg e ombros bem largos. Quando nasceu o médico disse: esse garoto vai ser nadador. Não deu outra. Cinco anos depois iniciou sua vida esportista nadando pelo E.C Corinthians, seu time de coração.
Naquele tempo, o clube treinava seus atletas no rio Tietê, isto mesmo no rio Tietê. Havia um coxo, e para quem não sabe coxo é uma caixa de madeira colocada dentro do rio e segura por cabos de aço, que serve como piscina. Décio cresceu e o clube construiu suas piscinas, onde nadou toda sua infância conseguindo as primeiras medalhas de sua carreira.
Em 1965 mudou para Santos, onde seu pai abriu o Magazine São Paulo, um point onde se vendiam revistas, figurinos, artigos de papelaria e livros importados, localizado no coração do Gonzaga e o único comércio desse gênero na cidade. Seu pai, o velho Adelino, tinha visão comercial, mas faltou grana para o negócio crescer como merecia.
Aos 15 anos, Décio começou a nadar pelo Clube Internacional de Regatas, onde era conhecido pelo apelido de ZIG BIN.


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Luiz Simões Polaco Filho (Luizinho)


Luiz Simões Polaco Filho, ou Luizinho como era conhecido quando jogava futebol, nasceu em Santos- SP, em 10.12.1941. Em 1955, aos 14 anos de idade, quando jogava pelo time da Portuguesinha, do bairro do Macuco, ao final da partida algumas pessoas comentaram que havia um “velho” do outro lado do campo que queria falar com ele.

Meio assustado, atendeu o chamado e lá encontrou o tal “velho”, que depois descobriu tratar-se do treinador dos amadores do Jabaquara A.C, que o convidou a comparecer na sede do clube, na rua Frei Gaspar, no centro de Santos.Na segunda-feira, o esperado encontro aconteceu. Ali, Luizinho passou a conhecer melhor o “velho”, que era conhecido e chamado nos meios desportivos da cidade por “Papa”. Tratava-se de um homem muito sério e falante, mas, também desbocado e, às vezes, brincalhão. Dois ou três jogos-treino realizados em pouco mais de uma semana, e Luizinho era inscrito como atleta amador do Jabaquara A.C, para disputar o campeonato infanto-juvenil de 1956.

Meses depois, o velho Papa, cujo nome era......(leia mais aqui )

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Álvaro de Andrade - (Né)

Álvaro de Andrade, o Né, ex-jogador da várzea santista, nascido em 15 de fevereiro de 1932, foi goleiro juvenil do Clube Atlético Vila Henedina; do 1º quadro do Sul América Futebol Clube; do S.M.T.C Atlético Clube; lateral direito pelo Afonso Pena Futebol Clube e, ainda, centroavante do Primavera Futebol Clube, de São Vicente.Viveu 49 anos com Floriscena Pereira Andrade, já falecida, e desta relação tiveram dois filhos: Alvinho, que mora em São Carlos-SP, e Adelaide, falecida em 2006.
Em 1949, ajudou a fundar o Vila Atlântica Futebol Clube e foi a partir daí que nasceu a sua grande paixão pelo clube. Foi tesoureiro, presidente, secretário, diretor de esportes e jogador "curinga", como ele mesmo se define.
(ler a matéria completa clicando aqui)

João Inguiça


Joaõ de Abreu Júnior, o imortal Inguiça, nasceu em 1938 e foi criado no bairro do Chico de Paula, em Santos. Era casado com Maria Emilia Diegues de Abreu com quem teve dois filhos: Cláudia e Fernando. Faleceu em 2001, aos 63 anos, vítima de câncer no estômago.
Trabalhou na Cosipa por muitos anos. Foi apelidado inicialmente como João Linguiça, devido ao seu porte esguio. O Inguiça surgiu após um erro de pronúncia de uma criança do bairro onde morava.

Meia-atacante do Barreiros, foi uma máquina do futebol amador na época...(leia mais aqui)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Ricardinho - Ricardo Albuquerque Jr

Ricardo Albuquerque Junior, mais conhecido como Ricardinho, foi um grande craque da várzea santista. Nasceu no dia 14 de junho de 1945, em Santos, vindo a falecer em 17 de abril de 2009, nesta cidade. Era casado com Regina Helena com quem teve uma única filha, Andréa, que o presenteou com duas lindas netas.

Mecanógrafo aposentado, Ricardinho viveu grande parte de sua vida no bairro do Jardim Castelo, na companhia de amigos e familiares.
Um ponta canhoto veloz e habilidoso no trato da pelota. O que o fazia se destacar era o fato de saber usar a sua direita fazendo com que seus marcadores se “embananassem” todos. Começou jogando na várzea pelo Flamenguinho do Campo Grande, servindo sempre de bandeja um amigo que veio a se tornar um craque no cenário futebolístico nacional, o Samarone.